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15 Anos do Blog da Cláudia Santos


 

Olá Consumidores (as),



O BLOG da Cláudia Santos - Direitos do Consumidor, completou 15 Anos de existência.


Comemoramos o transcurso dessa data, com alegria e satisfação.


Na certeza de estarmos cumprindo nossa missão, que é levar informações, sobre os Direitos do Consumidor às pessoas.


Entendemos que consumidor consciente, é aquele que tem conhecimento dos seus direitos e possa reivindicá-los. 


Um abraço!


                                                                    Cláudia Santos

Advogada especialista em Direito do Consumidor e Presidente da Comissão de Defesa do Consumidor - Seccional do Ceará.


#15Anos!

#BlogdaCláudiaSantos!

#DireitosdoConsumidor!


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Direitos do Consumidor em Academia.


 

Confira alguns direitos:
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Veja medidas do pacote contra endividamento previsto para 1º de maio


 


Governo prepara novo Desenrola para conter o endividamento e avalia uso de crédito mais barato para aliviar dívidas


A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) finaliza um pacote de medidas para enfrentar o alto nível de endividamento das famílias brasileiras, com anúncio previsto para 1º de maio, Dia do Trabalhador.


A proposta reúne frentes diversas, envolvendo renegociação de dívidas e barateamento do crédito, buscando atacar um dos principais entraves ao consumo no país: o peso do endividamento, especialmente no caso de débitos de maior custo, como cartão de crédito e cheque especial.


Medidas que serão apresentadas


O eixo central do pacote contra o endividamento é a reformulação de programas de renegociação, nos moldes do Desenrola Brasil. A nova versão deve ampliar o alcance da iniciativa, com foco em dívidas bancárias e não bancárias, e pode prever descontos mais amplos.


A ideia é permitir abatimentos relevantes sobre o valor total devido, principalmente em débitos já negativados, criando incentivos para que credores aceitem acordos e consumidores consigam limpar o nome.


Outro ponto do pacote é o uso de garantias públicas para destravar o crédito. O governo estuda ampliar a atuação do Fundo Garantidor de Operações (FGO), que pode cobrir parte do risco das instituições financeiras em operações de renegociação.


A medida reduz a exposição dos bancos à inadimplência e abre espaço para a oferta de juros mais baixos e prazos mais longos nos novos contratos firmados com os devedores.


Análise de possível liberação do FGTS


Também está em análise a possibilidade de utilizar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) como instrumento de alívio financeiro. A medida pode permitir que trabalhadores utilizem parte do saldo para quitar ou amortizar dívidas, especialmente aquelas com juros mais elevados.


A proposta, ainda em discussão, é vista como uma forma de trocar dívidas por recursos já pertencentes ao trabalhador, reduzindo o comprometimento da renda mensal.


No campo do crédito, o pacote deve reforçar o estímulo a linhas mais baratas, como o consignado. O governo avalia medidas para ampliar o acesso a essa modalidade, inclusive para trabalhadores do setor privado, o que pode incluir ajustes regulatórios e incentivos para adesão de empresas.


Como as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento, o risco de inadimplência é menor, o que permite taxas mais reduzidas em comparação a outras linhas.


Outra frente relevante envolve a portabilidade de crédito. A equipe econômica quer facilitar a migração de dívidas entre instituições financeiras, permitindo que consumidores troquem empréstimos mais caros por opções com juros menores.


A medida busca aumentar a concorrência no sistema bancário e pressionar as taxas para baixo, criando um ambiente mais favorável ao tomador de crédito.


O pacote também deve incluir ações voltadas à educação financeira e à prevenção do superendividamento. A proposta é ampliar campanhas e mecanismos de orientação ao consumidor, além de incentivar práticas mais responsáveis na concessão de crédito por parte das instituições financeiras.


O objetivo é evitar que famílias que consigam renegociar suas dívidas voltem a se endividar em condições desfavoráveis.


Há ainda discussões sobre a inclusão de públicos específicos nas medidas, como microempreendedores individuais (MEIs), pequenos negócios e estudantes com débitos em programas como o Financiamento Estudantil (Fies).


A ampliação do escopo busca atingir diferentes perfis de devedores, reconhecendo que o endividamento não se limita às famílias, mas também afeta a capacidade produtiva de pequenos empreendimentos.


Bets e mercado de previsões


Integrantes do governo também avaliam a adoção de medidas indiretas para conter o avanço das dívidas, como possíveis restrições ao uso de recursos em apostas eletrônicas, as bets, por beneficiários de programas sociais.


A leitura é que o crescimento desse tipo de gasto pode comprometer a renda disponível de famílias mais vulneráveis, agravando o quadro de inadimplência.


Na sexta-feira (24/4), o governo anunciou regulamento aprovado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) que proíbe o mercado de apostas no país com foco em palpites baseados em previsões. A nova regra entrará em vigor dia 4 de maio.


A medida proíbe a oferta e negociação de contratos derivativos (“apostas estruturadas” que funcionam como ativos financeiros) ligados a eventos esportivos reais, jogos virtuais on-line e acontecimentos de natureza política, eleitoral, social, cultural ou de entretenimento.


Com isso, ficam proibidos no Brasil contratos relacionados a:


resultados de jogos esportivos;

eleições e temas políticos;

reality shows e entretenimento;

eventos sociais ou culturais.

Endividamento e juros altos


O pacote chega em um momento em que o endividamento das famílias permanece elevado. Uma parcela significativa dos brasileiros tem dívidas em atraso ou compromete grande parte da renda com parcelas mensais, o que limita o consumo e afeta a atividade econômica.


Ao mesmo tempo, os juros ainda elevados encarecem o crédito e dificultam a saída desse ciclo. Atualmente a taxa básica de juros, a Selic, está em 14,75% ao ano.


Relação entre juros e endividamento


A taxa Selic, hoje em14,75% ao ano, é a principal ferramenta utilizada para controlar a inflação no país;

Cabe ao Comitê de Política Monetária(Copom) definir se a Selic será reduzida, mantida ou elevada, sempre com o objetivo de conter a alta dos preços de bens e serviços;

Quando os juros sobem, a tendência é de desaceleração do consumo e dos investimentos;

Com isso, o crédito se torna mais caro, a economia perde fôlego e a pressão sobre os preços diminui tanto para consumidores quanto para produtores, o que tente a aumentar o nível de endividamento.

A expectativa do governo é que a combinação de renegociação, crédito mais barato e medidas estruturais ajude a reduzir a inadimplência ao longo do tempo.


Ainda assim, especialistas avaliam que os efeitos tendem a ser graduais e dependem de fatores macroeconômicos, como a trajetória da taxa de juros e a evolução da renda e do emprego.


Com o anúncio previsto para o Dia do Trabalhador, o pacote também carrega um componente simbólico e político em ano eleitoral, ao reforçar a agenda voltada ao alívio financeiro das famílias.


A efetividade das medidas, no entanto, dependerá da adesão de bancos e credores, além da capacidade do governo de equilibrar estímulos ao crédito com a sustentabilidade fiscal.


Fonte: Metrópoles 

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Juro é desafio para inadimplência das empresas, diz Serasa Experian


 Levantamento mostra que 8,8 milhões de CNPJs estão inadimplentes, com dívida média de R$ 24 mil por empresa; micro e pequenas empresas são mais afetadas


O número de empresas inadimplentes no Brasil atingiu 8,8 milhões de CNPJs em fevereiro, conforme levantamento da Serasa Experian.


O valor está próximo do recorde histórico de 8,9 milhões registrado em dezembro de 2025, acendendo um alerta para a saúde financeira do setor produtivo brasileiro.


De acordo com Camila Abdelmalack, economista-chefe da Serasa Experian, o cenário é particularmente preocupante para as micro e pequenas empresas, que representam 8,4 milhões dos CNPJs negativados.


"A questão é estrutural, uma taxa de juros bastante elevada", afirmou Abdelmalack em entrevista exclusiva ao CNN Money, destacando que esse é o principal fator por trás do aumento da inadimplência.


O estudo revelou ainda que cada empresa negativada carrega, em média, sete dívidas inadimplidas, com valor médio em torno de R$ 24 mil.


Considerando que aproximadamente 94% das empresas ativas no Brasil são micro e pequenas empresas, esse valor é considerado relativamente elevado e dificulta a recuperação financeira desses negócios.


Perspectivas desafiadoras para 2026


A economista alerta que não há perspectiva de melhora no curto prazo. Mesmo com a projeção do boletim Focus de uma Selic em 13% ao final de 2026, esse patamar seria insuficiente para reverter a tendência de inadimplência.


"Seria insuficiente ainda esse nível de juros de 13% para a gente observar uma reversão na dinâmica do mercado de crédito", explicou.


O contexto de desaceleração econômica previsto para 2026, após um período de crescimento acima da média histórica entre 2021 e 2024, tende a agravar ainda mais o quadro.


Com o consumo mais enfraquecido e uma estrutura de custos pressionada pelos juros elevados, as empresas enfrentam dificuldades crescentes para honrar seus compromissos financeiros.


Outro fator que complica a situação é a escassez de crédito. Segundo Abdelmalack, há um movimento de desaceleração no ritmo de concessão de crédito pelas instituições financeiras, justamente devido ao quadro agravado de inadimplência.


Com isso, o caminho para as empresas saírem da inadimplência passa principalmente pela renegociação de dívidas, já que o canal do crédito está mais limitado.


Fonte: CNN Brasil 

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Golpes telefônicos: projeto quer combater fraudes por ligações no Brasil

 Iniciativa busca reduzir a exposição de informações usadas em fraudes digitais e telefônicas no país


O Ministério das Comunicações, com recursos do Funttel (Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações), apresentou uma nova tecnologia voltada à proteção da identidade digital dos brasileiros, em meio ao aumento de golpes virtuais e fraudes telefônicas no país.


O sistema, desenvolvido pelo CPQD, que é uma fundação de tecnologia, permitirá que o próprio cidadão tenha maior controle sobre seus dados ao acessar aplicativos e serviços digitais. A proposta é possibilitar a comprovação de identidade em plataformas públicas e privadas sem a necessidade de fornecer mais informações pessoais do que o necessário.


A iniciativa busca reduzir a exposição de dados frequentemente utilizados em golpes virtuais e ataques cibernéticos. Para isso, o sistema utilizará credenciais digitais verificáveis, baseadas em padrões internacionais da internet.


O projeto também prevê o desenvolvimento de ferramentas para combater fraudes na telefonia móvel. O CPQD estuda soluções para dificultar a falsificação de identidade e o uso irregular de linhas telefônicas. O investimento previsto é de R$ 16,82 milhões, com duração de três anos.


O diretor de tecnologia e inovação do CPQD, Gustavo Correa Lima, afirma que o principal objetivo do projeto é combater fraudes telefônicas e digitais.


“Diferente dos sistemas atuais, que dependem da infraestrutura das operadoras, essa tecnologia propõe uma validação ponta a ponta capaz de autenticar a identidade de quem origina chamadas ou acessa aplicativos. A proposta é combater fraudes telefônicas e digitais ao permitir que empresas e cidadãos comprovem sua autenticidade por meio de credenciais verificáveis, implementadas com tecnologia descentralizada e segura baseada em blockchain. Trata-se de uma solução multifacetada, que também pode ser aplicada em serviços de governo, bancos e na proteção da privacidade de dados pessoais”, explicou Lima.


Os testes serão realizados em parceria com operadoras de telecomunicações e órgãos públicos, que irão avaliar a eficácia das ferramentas antes de uma possível implementação em larga escala.


Fundado em 1976, o CPQD completa 50 anos, instituição foi responsável pelo desenvolvimentos de serviços como o antigo cartão telefônico e o atual meio de pagamento de pedágio, "Sem Parar".


*Sob supervisão de Thiago Félix


Fonte: CNN Brasil 

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Governo proíbe venda da marca de azeite San Olivetto

 Anvisa identificou que os produtos têm origem desconhecida e irregularidades nas empresas responsáveis pela importação e distribuição da marca.


Entenda as fraudes de azeite mais comuns no Brasil


O governo federal proibiu nesta segunda-feira (16) a venda de azeites da marca San Olivetto após identificar que os produtos têm origem desconhecida e irregularidades nas empresas responsáveis pela importação e distribuição da marca.


A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e determinada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).


Segundo a decisão, o rótulo do produto indica como importadora a empresa Agro Indústria e Cerealista Norte Paraná Ltda, mas o CNPJ da companhia está suspenso por inconsistência cadastral desde 22 de maio de 2025 junto à Receita Federal.


Além disso, a empresa apontada como distribuidora, Comercial Alimentícia e Cerealista Capixaba Ltda, está baixada desde 6 de novembro de 2024, após encerramento por liquidação voluntária.


O g1 não conseguiu localizar os contatos das duas empresas.


A reportagem encontrou anúncios da marca San Olivetto nos sites da Shopee e do Mercado Livre e procurou as plataformas para comentar.


A Shopee disse que "removeu prontamente os anúncios" após ter tomado conhecimento da determinação. Já o Mercado Livre não respondeu até a última atualização desta reportagem.


Apreensão e proibição em todo o país


Diante dessas irregularidades, a Anvisa concluiu que não é possível confirmar a origem do produto, o que motivou a adoção das medidas sanitárias.


A decisão determina a apreensão de todos os lotes do azeite San Olivetto e proíbe qualquer atividade relacionada ao produto no território nacional.


De acordo com a agência, a medida foi tomada com base em normas da legislação sanitária brasileira que tratam da segurança e da regularização de alimentos.


Casos de irregularidades envolvendo azeites têm sido recorrentes no país, especialmente relacionados a produtos com origem desconhecida, rotulagem irregular ou suspeita de adulteração.


A recomendação das autoridades é que consumidores evitem adquirir produtos sem procedência clara ou vendidos por canais informais.


“A Shopee tem o compromisso de oferecer uma experiência de compra segura para todos os usuários. Cumprimos com todas as leis e exigimos que os lojistas as cumpram, assim como nossa Política de Produtos Proibidos e Restritos.


Fonte: G1

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Caminhoneiros ameaçam paralisar 'nos próximos dias' e pressionam governo contra alta do diesel

 Caminhoneiros de diferentes regiões do país estão articulando uma paralisação nacional que pode ocorrer nos próximos dias, em meio ao aumento do custo do diesel e à insatisfação com medidas adotadas pelo governo para conter a alta do combustível.


À Folha, o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão, disse que a articulação envolve não apenas os motoristas autônomos, que sua associação representa, mas também os "celetistas", que são contratados por empresas de transporte.


A categoria vinha travando conversas ao longo dos dias com o governo sobre o aumento do preço dos combustíveis por meio de representantes da Secretaria-Geral e do Ministério dos Transportes, além de integrantes da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres). O governo tem monitorado o andamento das mobilizações para caso a paralisação se confirme.


Não há uma data para a greve. Lideranças do setor afirmam que a categoria já deliberou a favor de cruzar os braços e, segundo Landim, trabalham na articulação com entidades regionais, cooperativas e transportadoras para alinhar uma data e ampliar a adesão ao movimento. O governo vê sinais de abuso de preços praticados na bomba e diz que vai fiscalizar os postos.


Uma das principais críticas do setor é que, poucos dias após o anúncio do pacote de renúncia fiscal do governo para baratear o diesel e reduzir o impacto da crise internacional sobre o combustível, a Petrobras aumentou o preço do diesel nas refinarias, o que, segundo caminhoneiros, anulou o efeito da redução tributária.


"O que foi feito até agora não serviu para nada. O governo já sabia que a Petrobras ia aumentar o preço do diesel depois. Então, na prática, não gerou redução nenhuma. Precisamos ter alguma garantia", afirmou Landim.


Segundo o caminhoneiro, há mobilização para paralisação nacional entre entidades de Santos (SP), Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Distrito Federal e Goiás.


"A categoria deliberou para cruzar os braços, não tem condições de manter o trabalho. Entendemos os fatores externos, mas somos dependentes de 20% a 30% de importação isso torna a situação insustentável", disse.


No dia 12 de março, o governo federal anunciou um pacote emergencial para tentar conter a escalada do combustível, incluindo a zeragem das alíquotas de PIS e Cofins sobre o diesel e medidas de subvenção que darão mais R$ 0,32 por litro a empresas produtoras ou importadores que venderem diesel abaixo de um valor pré-estabelecido. As medidas previam que o preço do combustível poderia cair até cerca de R$ 0,64 por litro em alguns casos.


Um dia depois, porém, a Petrobras anunciou um aumento de R$ 0,38 por litro no diesel A, combustível que sai das refinarias antes da mistura obrigatória de biodiesel.


Segundo a Petrobras, o reajuste foi motivado principalmente pela alta do preço internacional do petróleo, impulsionada pela guerra que se espalha pelo Oriente Médio e eleva o custo global do combustível.


Landim diz que o governo pode tomar outras medidas que aliviam o preço final para a categoria, como a exigência de que os contratantes respeitem o preço mínimo da tabela de frete e a isenção de cobrança de pedágio para quem passar sem carga pela estrada.


Os caminhoneiros reclamam que não há cumprimento efetivo da legislação que estabeleceu os pisos mínimos para o transporte rodoviário de cargas e pedem a aplicação da Lei 13.703 de 2018, criada após uma grande paralisação da categoria naquele ano, quando passou a haver uma "política nacional de pisos mínimos do frete".


"Estamos lutando pela lei, que não tem cumprimento na ponta", afirmou Chorão. Segundo ele, muitos caminhoneiros acabam aceitando valores abaixo do piso por falta de fiscalização efetiva e pela pressão do mercado. "A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), que é responsável pela fiscalização, já tem meios de fazer o travamento eletrônico da planilha de custo mínimo."


A Abrava, entidade presidida por Landim, reúne cerca de 35 mil caminhoneiros. Estimativas do próprio setor indicam que o Brasil possui cerca de 790 mil caminhoneiros autônomos e aproximadamente 750 mil motoristas contratados sob regime celetista.


O tema está sendo acompanhado de perto pelo governo federal, que já tinha identificado sinais de possível paralisação antes do anúncio da semana passada.


De acordo com o líder da Abrava, integrantes da Casa Civil da Presidência da República entraram em contato com ele na segunda-feira (16) para discutir a situação. Mesmo assim, há ceticismo em relação às negociações. "A Casa Civil ligou ontem. Estamos cansados de nos sentarmos com o governo. Pode até ter mais diálogo hoje, mas as dificuldades são as mesmas e nada se resolve", disse.


Para caminhoneiros autônomos, que arcam diretamente com os custos de combustível, manutenção e pedágios, a combinação entre diesel caro e fretes pressionados é implacável. "Se não houver medidas que garantam previsibilidade de custos, a paralisação é uma das poucas formas que temos para pressionar por mudança", disse Landim.


Os governos estaduais decidiram negar pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para reduzir o ICMS sobre o diesel em um esforço para enfrentar a escalada das cotações internacionais do petróleo em meio à guerra no Irã.


Em nota divulgada nesta terça-feira (17), eles dizem que já perderam demais com corte do imposto estadual forçado pelo governo Jair Bolsonaro (PL) e acusam distribuidoras e postos de não repassarem quedas de preços ao consumidor.


Fonte: Folha Online 

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Falso advogado: DF registrou mais de 1,5 mil denúncias em 14 meses

 O golpe acontece quando há a utilização indevida de dados reais de processos com o intuito de obter pagamentos sob a falsa promessa


O Distrito Federal, entre janeiro de 2025 e março de 2026, registrou, ao todo, 1.586 denúncias relacionadas ao golpe do “falso advogado”. Os dados são da diretoria de Prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional do Distrito Federal (OAB-DF).


Segundo a Ordem, as denúncias encaminhadas são: em regra acompanhadas de boletim de ocorrência; prints de conversas; números de telefones utilizados pelos golpistas; e registros de acessos de terceiros aos sistemas de processos judiciais.


O golpe do falso advogado acontece quando há a utilização indevida de dados reais de processos com o intuito de obter pagamentos sob a falsa promessa de liberação de créditos judiciais.


Relembre alguns casos


PL que tipifica o crime do golpe


O volume de ocorrências no Distrito Federal coincide com o avanço, na Câmara dos Deputados, do Projeto de Lei que visa tipificar o golpe do “falso advogado” no Código Penal e criar medidas para evitar mais denúncias.


A aprovação do PL ocorreu na noite dessa terça-feira (17/3) e o texto segue para o Senado.


O projeto altera o Código Penal para que possa prever como crime obter vantagem fazendo-se passar por advogado ou outro profissional essencial à Justiça. A pena prevista é de 4 a 8 anos, além de multa.


Também passa a ser previsto o crime de utilizar credenciais com a intenção de obter dados pessoais, processuais ou sigilosos, interferir no andamento de processos, ou facilitar fraude. A pena é de 2 a 6 anos e multa.


O exercício ilegal da advocacia também passa a ser passível de detenção de 1 a 3 anos e multa.


Fonte: Metropoles